Aqui neste blog serão divulgados trabalhos feitos pelos meus alunos e também atividades a serem desenvolvidas. E-mail para contato: fernandabr4@hotmail.com
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Dom Casmurro - Machado de Assis, por Gabriel Vanzo Rodrigues
Título do livro: Dom Casmurro
Autor: Machado de Assis
Edição: 1
Editora: Martin Claret - B
Assunto: Literatura Brasileira
Lançamento: 1899
Síntese:
A história se passa no Rio de Janeiro do Segundo Império, e conta a trajetória de Bentinho e Capitu. É um romance pscicológico, narrado em primeira pessoa por Bentinho, o que permite manter questões sem elucidação até o final, já que a história conta apenas com a perspectiva subjetiva de Bentinho. Em Dom Casmurro, encontramos a dúvida sobre a existência do adultério de Capitu, não havendo nenhum momento que o comprove, permanecendo apenas como suspeitas. Sendo escrito em primeira pessoa, apresenta apenas a interpretação dos fatos presenciados pelo narrador-personagem, não apresentando em nenhum momento outras visões.
Dona Glória passara anos tentando engravidar sem sucesso. O seu primeiro filho morre logo ao nascer, e por possuir uma grande fé, faz uma promessa a Deus: se conseguisse engravidar novamente e ter um filho homem ele seria padre. Daí, ela finalmente consegue. O nascimento de Bentinho é um milagre, já que ele é fruto de uma promessa a Deus.
Machado já glorifica D. Glória em seu nome: GLÓRIA, sendo ela uma mãe que ampara e ama profundamente seu filho, vivendo para ele.
Pela narração não há como afirmar se houve ou não adultério. Os fatos deixam dúvidas, pois a semelhança de Ezequiel com Escobar, o fato de Escobar ser muito amigo de Capitu e sempre rondar a família levam o leitor a pensar que houve a traição. Por outro lado, a amizade de Capitu por Escobar não seria amor carnal, mas um amor fraterno, o seu amor por Bentinho desde a infância e a sua luta por ele, além do fato dele não ter visto a traição, levam o leitor a acreditar em sua fidelidade. O leitor pode supor que Bentinho fosse ciumento e imaginasse os fatos. Não há comprovação de nada, afinal a visão dos fatos é parcial, já que Bentinho que narra a história como a vê. Além disso, soma-se uma lógica ziguezagueante com que Bentinho narra a história, um raciocínio tortuoso que, por vezes, omite certos fatos propositalmente, e em outros, esquece de contar episódios. Entretanto, não se pode afirmar em quais trechos houve omissão proposital ou não.
Quando Bento vai mudar da casa de sua mãe, na Rua de Matacavalos, para a Praia da Glória, ele constrói uma casa idêntica aquela em que viveu desde criança, colocando inclusive quatro medalhões de quatro imperadores notórios na sala de estar, que, segundo Bento, o sugerem a escrita do romance. Os imperadores possuem algo muito interessante em comum: acusaram suas mulheres de adultério e mataram-nas, mesmo sabendo que elas eram inocentes. Isso nos dá mais uma pista sobre a suposta traição no romance.
Crítica do livro:
Esse livro é muito interessante. Ele nos envolve num mistério muito bom, que dá vontade de descobrir a verdade sobre ele. O fato de o autor escrever o romance em capítulos curtos, com títulos explicados posteriormente e de utilizar citações de obras importantes e personagens históricos, em frases curtas, facilita a leitura e prende o leitor. Este livro pode ser conciderado como um dos melhores que já li. Sua interpretação não é tão dificil como em alguns outros casos de livros de literatura brasileira. Recomendo ele para quem gosta de mistério, romance e suspense.
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FW: O Cortiço de Aluísio Azevedo. Vanieli T de Vargas
Titulo: O Cortiço
Editora: editora moderna
Autor: Aluísio Azevedo
Síntese: Um homem chamado João era muito trabalhador por isso adquiriu uma grande fortuna, e casou-se com uma negra. Ele era dono de uma pensão, e também do cortiço.
Serto dia chegou uma menina na cidade chamada Pombinha. Pombinha era muito bonita. Logo que chegou a cidade despertou muito o interesse de alguns moradores do cortiço. Assim como o interesse de Leonice que era prostituta.
O tempo passou e pombinha casou-se com Costa. E assim formaram um novo cortiço o cabeça de gato.
Com o passar do tempo as pessoas que moravam no cabeça de gato e no cortiço acabaram brigando. A briga foi muito grande e nem os policiais quiseram se meter na briga. Depois disso o cortiço e cabeça de gato não brigaram mais.
Agora o cortiço era freqüentado por gente de porte mais fino, como alfaiates, operários, artistas e etc. Florinda ainda de por sua mãe Marciana, estava agora envolvida com um despachante. A machona (Augusta) quebrará o gênio depois da morte de augustinho. Neném arrumara pretendente. Alexandre fora promovido a sargento. Pombinha se juntou com Leonie e se atirará ao mundo. De dando desgosto sua mãe morreu.
Critica: Eu achei esse livro bem interessante. E recomendo que leiam. Achei que o autor retratou a vida de pessoas comuns que viviam em um cortiço, pessoas comuns como nós.
Nome: Vanieli T. de Vargas Turma: 82
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sábado, 12 de dezembro de 2009
O Cortiço de Aluísio Azevedo. Vanieli T de Vargas
Titulo: O Cortiço
Editora: editora moderna
Autor: Aluísio Azevedo
Síntese: Um homem chamado João era muito trabalhador por isso adquiriu uma grande fortuna, e casou-se com uma negra. Ele era dono de uma pensão, e também do cortiço.
Serto dia chegou uma menina na cidade chamada Pombinha. Pombinha era muito bonita. Logo que chegou a cidade despertou muito o interesse de alguns moradores do cortiço. Assim como o interesse de Leonice que era prostituta.
O tempo passou e pombinha casou-se com Costa. E assim formaram um novo cortiço o cabeça de gato.
Com o passar do tempo as pessoas que moravam no cabeça de gato e no cortiço acabaram brigando. A briga foi muito grande e nem os policiais quiseram se meter na briga. Depois disso o cortiço e cabeça de gato não brigaram mais.
Agora o cortiço era freqüentado por gente de porte mais fino, como alfaiates, operários, artistas e etc. Florinda ainda de por sua mãe Marciana, estava agora envolvida com um despachante. A machona (Augusta) quebrará o gênio depois da morte de augustinho. Neném arrumara pretendente. Alexandre fora promovido a sargento. Pombinha se juntou com Leonie e se atirará ao mundo. De dando desgosto sua mãe morreu.
Critica: Eu achei esse livro bem interessante. E recomendo que leiam. Achei que o autor retratou a vida de pessoas comuns que viviam em um cortiço, pessoas comuns como nós.
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Um cadáver ouve rádio, por Samanta Delabeta
Samanta Delabeta
T: 82 - Nº 31
Ficha de leitura – Professora Fernanda
"Um cadáver ouve rádio" é um livro do escritor Marcos Rey lançado no ano de 1983 pela Coleção Vaga-Lume da Editora: Ática.
Alexandre, mais conhecido como Boa Vida era um sanfoneiro que todos gostavam. Um dia ele foi encontrado por Muriçoca, morto em uma construção, com o radio ligado e sem sua sanfona, o único objeto de valor que ele tinha. Muriçoca jurava ter subido porque ouviu o rádio, mas estava mesmo assim sob suspeita da policia.
Uma amiga do cadáver fica indignada de como quando a pessoa é pobre ninguém comenta sua morte e nem sequer vai atrás do por que que ela aconteceu, então , com a ajuda do delegado Doutor Arruda, decide pedir ajuda ao trio de jovens detetives, Leo, Gino e Angela.
Quem teria motivos para matá-lo? Boa-Vida era casado, mas ele e a mulher não moravam mais juntos. Ele tinha um primo, Sandoval. Os outros suspeitos eram João, outro sanfoneiro que poderia matar Boa-Vida pela concorrência e o que mais lhe incriminava era o motivo dele estar com a gaita de Boa Vida .
O que ajudou mesmo os detetives foi um anúncio no rádio que dizia que o vencedor de 200 milhões de cruzeiros precisava ser encontrado. Com base nisso os jovens junto ao delegado deduziram que Boa Vida era esse vencedor, e que estava junto a alguém escutando o resultado quando foi morto, assim o assassino ficaria com o dinheiro. Isso explicaria o fato de sua mulher ter sido morta, para que não ficasse com ela o prêmio, e sim com o PRIMO. Sim, Sandoval foi o assassino, para o espanto de todos. Sandoval cometeu seu segundo crime com Elvira, para que pudesse ser ele o milionário.
As coisas se esclareceram, e João Valentão explicou que estava com a gaita porque Boa Vida lhe devia algum dinheiro. Sandoval foi preso, justiça foi feita e assim esclarecido o crime da sanfona, como era chamado pelos jornais.
Comentário: Eu já havia lido esse livro, e como eu gostava muito da história escolhi ele como melhor opção ele para finalizar os trabalhos de português de 2009. Uma das minhas maiores paixões é ler, e livros como esse são bons, pois te prendem a história. Eu fico ansiosa, mesmo já lendo, pois você se torna mais um detetive na história, e liga os fatos, imagina cenas, para desvendar o crime. O livro é bom mesmo. :)
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terça-feira, 8 de dezembro de 2009
A Revolução dos Bichos, por Andrieli Cordeiro
A Revolução dos Bichos Autor: George Orwell A história, desde a expulsão de Jones até a "transformação completa de Napoleão em "humano" durou aproximadamente 6 anos. Na Granja do Solar, situada perto da cidade de Willingdon (Inglaterra), viviam bichos, que como dono tinham o Sr. Jones. O Velho Major (porco) teve um sonho, sobre uma revolução em que os bichos seriam auto-suficientes, sendo todos iguais. Era o princípio do Animalismo. O Major morreu, mas mesmo assim os animais colocaram em prática a idéia do líder, fazendo a Revolução dos Bichos. Depois da Revolução, a Granja passou a se chamar Granja dos Bichos, e quem a administrava era Bola-de-Neve (porco). Bola-de-Neve seguia os princípios do Animalismo, e mesmo sendo superior (em quesitos de inteligência e cultura) em relação aos outros animais, sempre se considerou igual a todos, não tendo privilégios devido à sua condição. Bola-de-Neve tinha um assistente, Napoleão (porco), que na ânsia pelo poder, traiu o amigo, assumindo a administração da Granja. Napoleão mostrou-se competente e justo no começo, mas depois passou a desrespeitar os SETE MANDAMENTOS, os quais firmavam as idéias animalistas. Depois de aproximadamente 5 anos, Napoleão já ocupava a casa do Sr. Jones, bebia álcool, vestia as roupas do ex-dono , andava somente sobre duas pernas e convivia com seres humanos, enfim agia em benefício próprio, instalando um regime ditatorial, dominando e hostilizando os demais animais, considerados seres inferiores e sem direitos. Por essa época, já não era possível distinguir, quando reunidos à mesa, o porco tirano e os homens com quem se confraternizava. Napoleão conseguiu sair vitorioso graças à ajuda de Garganta, porco servil e obediente e que, através de bons argumentos, convencia os animais de que tudo o que acontecia era para o bem deles. Os SETE MANDAMENTOS do Animalismo eram os seguintes: Qualquer coisa que ande sobre duas pernas é inimigo; Qualquer coisa que ande sobre quatro pernas, ou tenha asas, é amigo; Nenhum animal usará roupas; Nenhum animal dormirá em cama; Nenhum animal beberá álcool; Nenhum animal matará outro animal; Todos os animais são iguais. Napoleão, aos poucos, alterou todos os mandamentos. Foi Bola-de-Neve quem escreveu os SETE MANDAMENTOS. A Revolução dos Bichos é um livro de extrema importância para entendermos o funcionamento de sociedades comandadas por diferentes tipos de governo, além de mostrar de forma genial a ambição do ser humano, o "sonho do poder". O Senhor Jones era o dono da Granja e, como tal, explorava o trabalho animal em benefício próprio, para acumular capital. Em troca dos serviços prestados, ele pagava com a alimentação, que nem sempre era boa e suficiente. Temos aí o retrato de uma sociedade capitalista: quem mais trabalha é quem menos ganha. A Revolução que se deu por idéia do "Major", tinha por princípio básico a igualdade; sendo assim, o Animalismo corresponde ao Socialismo, regime em que não existe propriedade privada e em que todos são iguais, e todos trabalham para o bem comum. A princípio, houve um socialismo democrático, em que todos participavam de assembléias, dando idéias e sugestões, liderados por Bola-de-Neve, bem aceito pelos animais em geral. Napoleão representa o desejo da onipotência, do poder absoluto e, para conseguir seus objetivos, tudo passa a ser válido: mentiras, traições, mudanças de regras. Tempos depois instaurava-se na Granja uma verdadeira Ditadura, o regime em que não há liberdade de expressão, direito a opiniões etc. Na sede pelo poder e pela riqueza, Napoleão entra em contato com os homens para com eles negociar, comprar, vender, enfim, acumular riquezas e tudo graças ao trabalho dos animais, verdadeiros empregados mal – remunerados, ajudando o "patrão" a ter regalias, bens materiais, capital. A situação fica mais crítica do que quando Jones era o dono da Granja porque, mais do que nunca, os direitos humanos, ou seja, dos animais foram violados de forma cruel e tendo conseqüências gravíssimas como a morte de alguns, o desaparecimento de outros e muita tortura. Com base nos fatos ocorridos podemos concluir que a história nos mostra os dois tipos de dominação existentes – a dominação pela sedução: Garganta persuadia os animais com seus argumentos convincentes e eles aceitavam pacificamente as mudanças efetuadas, e a dominação pela força bruta: quem se rebelasse contra as ordens era punido fisicamente, torturado por cães treinados e levados até à morte. |
A escultura diabólica - Alan P. Rice, por Évilyn Piva Lobo.
- A escultura diabólica - Alan P. Rice. - Coleção Terror em Monsterville. - Depois de comprar fogos de artifício para o sobrinho Mark, o detetive Morgan Leroy foi estudar o caso da fuga de Rodinzio que estava num hospital psiquiátrico. Ele foi até o hospital achar pistas e fazer algumas perguntas para algumas pessoas que dissem ter visto. Ele falou com o diretor da clínica que disse que ele viu ele fugindo com uma escultura de mármore e contou toda a história: Rodinzio fazia esculturas lindas, e o diretor deu um mármore para ele esculpir,o diretor ficou olhando o tempo todo para ver como foi feita. Quando pronta o diretor foi chamar umas pessoas amigas para ver a escultura, quando voltou a janela estava destruída e a escultura não estava lá. Rodinzio tinha fujido. Muitas pessoas falaram que viram ele numa escultura animada indo para uma cidade próxima perto dali. Morgan foi atrás e pediu para várias pessoas se tinham visto essa tal escultura, a maioria tinha visto, e viram indo em direção a uma caverna, quando ele pediu a um homem. Falaram também que uma bela moça chamada Rosy Martorius tinha sumido. Morgan juntos as provas e os fatos que estavam aconteceram, e foi em busca de Rosy, os fatos levaram até uma caverna do lado da cidade, Morgan entrou na caverna era muito escura mais ele se conduzia as marteladas, quando chegou perto de uma luz ouviu uma mulher amarrada, era Rosy e Rodinzio fazendo uma escultura dela. - Quando eu terminar essa escultura sua alma passará para ela, como eu faço com as minhas esculturas. - Disse Rodinzio. Morgan em estado de desespero não podia descer pois estava a 10 metros do chão aonde Rosy estava, mas ele teve uma grande idéia que era usar os fogos para jogar em Rondizio e assim vez. Salvou Rosy e botou Rodinzio na cadeia. - O livro tem o seu lado bom e ruim, o bom, pelo menos pra mim é que ele tem romance com terror e o ruim é que ele não transmite nada, então recomendo as pessoas para que leiam não procurando algo que leve para vida, mas sim por diversão. |
O olho de vidro do meu avô, por Sabrina P. Flores
Ficha de leitura Nome: Sabrina P. Flores Nº: 30 Turma: 82 Título: O Olho de Vidro do Meu Avô Autor: Bartolomeu Campos de Queirós Editora: Moderna Síntese: É o homem que ainda guarda o olho de vidro do avô, mas é o menino que percorre os caminhos de Bom Destino, cidade pequena e plana, cansada de tanta paz, em que o tempo parece escorrer mansamente. O avô reina misterioso: com o olho direito, via o sol, a luz, o futuro, o meio-dia, e, com o olho esquerdo, via a lua, o escuro, o passado, a meia-noite. O neto fascinado embrenha-se no mistério como quem não vê, que é o jeito de menino ver. O avô usa um olho de vidro. Como isso aconteceu, não se sabe: parece que o olho de vidro não existe se não se fala dele, mas para o menino, curioso e imaginativo, o olho de vidro provocava atração e medo. Aos poucos, podemos recolher aqui e ali fragmentos da história do avô: ele receitava remédios homeopáticos, tinha sete filhos, um outro amor. Um dia, como sempre fazia, saiu e não retornou ao fim da tarde para o jantar. Tempos depois encontram restos do terno de linho branco e o olho de vidro olhando para o céu. Desapareceu em mistério como vivera a vida. Crítica do livro: O autor recria a infância com a poética das palavras: os sentimentos vividos, os episódios cuidadosamente guardados. Se a busca do tempo da infância é busca do que já não é, a magia da literatura torna possível o impossível e o menino revive no artista que ainda guarda o olho de vidro do avô em um pires sobre a mesa. Livro muito bom. | ||
Noiva trocada, por Sabrina P. Flores
Ficha de leitura Nome: Sabrina P. Flores Nº: 30 Turma: 82 Título: Noiva Trocada Autor: Catherine Coulter Edição: Romances do Século XIX Editora: Nova Cultural Síntese: Douglas Sherbrooke era o conde de Northcliffe. Ele decidira que chegava a hora de se casar e ter um herdeiro. E ninguém melhor do que a deslumbrante Melissa Chambers para ser sua esposa e mãe do seu filho. Entretando, quando surge um imprevisto que obriga Douglas a viajar, ele pede a seu primo, que o ajude a se casar com ela por meio de uma procuração. Quando retorna, ele tem uma surpresa: encontra à sua espera, no lugar de Melissa, a irmã dela, Alexandra. Alexandra, que desde os quinze anos de idade é apaixonada pelo charmoso conde, de repente se vê casada com o homem de seus mais românticos sonhos juvenis! Embora o casamento tenha sido um engano, pois a intenção de Douglas era casar-se com Melissa, a mulher não perde a oportunidade de conquistar o coração do teimoso conde, e provar ao marido que ele se casou com a irmã...certa! Crítica do livro: É um livro romântico, com uma história fantástica, envolvendo ódio, amor e perdão. Adorei a leitura, recomendo. | ||
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Os meninos da rua da praia, autor: Sérgio Caparelli, por: Vanieli Tais de Vargas
Título: Os Meninos da rua da praia
Autor: Sérgio Caparelli
Edição e editora: 1987 L&PM Editores S/A
Síntese: Era bonita a tartaruguinha que estava com um homem para ser vendida, era de um verde muito bonito.
Certo dia essa tartaruguinha fugiu de seu dono. A cidade era grande e ela ficou assustada com todo aquele movimento dos carros das pessoas. Até que de tanto andar encontrou três meninos, muito pobres que vendiam jornais, eles ficaram felizes por encontrar a tartaruguinha, e um deles a levou para casa.
Quando chegou em casa seu pai ficou muito feliz com o que via ele adorava animais, a colocaram então em um balde cheio de água.
Sempre que o menino ia vender jornais com seu amigos a levava junto. E ela ia feliz. Até q um tempo se passou e a tartaruguinha não queria mais comer, e ficava escondida em seu casco, então os meninos decidiram levá-la num veterinário e assim o fizeram. O veterinário disse que ela estava assim porque sentia falta de onde nasceu. Então os meninos decidiram levá-la até um rio que tinha ali perto e assim foram eles, no caminho um dos meninos estava triste, mas mesmo assim pensou que era o melhor para a tartaruguinha. A largaram no rio então e ela foi embora toda feliz. Os meninos começaram a rir e a chorar ao mesmo tempo.
Crítica do livro: Eu achei o livro interessante apesar de ele ser destinado a crianças é um livro bom de ler. Na minha opinião eu percebi com esse livro que mesmo que quisermos não podemos prender as pessoas junto da gente, temos que deixá-las tomar decisões próprias.
Vanieli Tais de Vargas
Nº:33
Turma: 82
terça-feira, 24 de novembro de 2009
O Cortiço - Aluísio Azevedo, por Gabriel Vanzo Rodrigues
Autor: Aluisio Azevedo
Editora: Martin Claret
Assunto: Literatura Brasileira
Edição: 1
Lançamento: 1980
Síntese:
O romance não se concentra em um personagem apenas, mas no início, a ação está mais ou menos centrada no português João Romão, ganancioso e avarento comerciante que consegue enganar uma escrava trabalhadeira chamada Bertoleza (Aluísio várias vezes menciona o conceito racista de que Bertoleza era submissiva e trabalhadeira por ser negra), conseguindo assim, uma empregada que trabalhava de graça. João Romão privava-se de todo o luxo, e só gastava dinheiro em coisas que faziam-no ganhar mais dinheiro. Foi assim que ele começou a comprar terreno e construiu o Cortiço.
Miranda, vizinho rico de Romão, e também português, que vivia no luxo, começa a questionar o modo que conseguiu a riqueza, (se casou com uma mulher rica, Estela, e eles se odeiam mutuamente) e a invejar João Romão, enriquecendo por conta própria. João Romão, que continua enriquecendo, constrói uma pedreira, e contrata o português Jerônimo para supervisionar os trabalhadores.
O que se segue é a transformação de Jerônimo, de um português forte, trabalhador e honesto em um brasileiro malandro e preguiçoso, (seguindo os preceitos naturalistas de que o meio determina o homem) graças à sua atração por Rita Baiana, uma mulata que morava no cortiço. Jerônimo briga com Firmo, namorado de Baiana, é esfaqueado e vai para o hospital. Após sair de lá, embosca Firmo com a ajuda de dois amigos e o mata a pauladas, jogando seu cadáver no mar.
Enquanto isso, João Romão começa a invejar Miranda, que acaba de conseguir um título de nobreza. E, quando o cortiço é destruído por um incêndio, ele o reconstrói, mas desta vez, para a classe média, ao invés da ralé que morava lá antes. Depois, ele começa a comprar coisas caras e se interessa em se casar com a filha de Miranda, para se tornar nobre também. Mas há um problema: Bertoleza.
João Romão arma um plano para se livrar de Bertoleza. Ele avisa ao dono dela (pois ele havia forjado uma carta falsa de alforria) de seu paradeiro, esperando que ele a pegasse de volta. Mas, quando o dono dela vem buscá-la, ela se mata, abrindo a barriga com a mesma faca com que cortava peixe.
Logo após, João recebe um diploma de sócio benemérito de uma comissão de abolicionistas.
O livro além de transformar o homem em um animal (em um processo conhecido por zoomorfismo), personifica o cortiço, que vai nascer (tendo, simbolicamente, como pai João Romão), crescer, espalhar-se (reproduzir-se) e morrer. Os personagens vão ser tratados como uma conseqüência do protagonista, não são causa, são efeito do cortiço, que vai determinar seu comportamento.
Todo personagem que conviver com pessoas consideradas de baixo nível, irão desvirtuar-se, como Pombinha, por exemplo. Era loura, íntegra, moça de boa família. Foi rica até ser órfã de pai, que se suicidou ao falir, deixando-a pobre com sua mãe. Foi descrita como a flor do cortiço. Mas Pombinha convive em um lugar com pessoas humildes, que irão desvirtuá-la. Pombinha conhece Léonie, uma prostituta que irá se relacionar a ela, surgindo o lesbianismo.
Jerônimo era um rapaz trabalhador, honesto, vivia para a mulher, que também vivia para ele, ambos tinham se mudado de Portugal em busca de melhores condições no Brasil. Amavam-se profundamente. Jerônimo vai trabalhar numa pedreira e se hospeda com sua mulher, Piedade, no cortiço, lá conhece Rita Baiana, uma brasileira festeira, bonita e sensual (comparada, pelo autor, a uma cadela no cio, pela sua sensualidade; quando dançava ou caminhava todos os homens se sentiam atraídos por ela). Por causa de Rita, Jerônimo passa a beber, tomar café e reclamar do trabalho, segundo o autor, características dos cabras (brasileiros), isso mostra uma característica forte do Naturalismo, o determinismo, como o homem é produto do meio. Se apaixona pela baiana e, após algum tempo, faz-se um relacionamento extraconjugal. Jerônimo abandona a mulher e vai viver com Rita. Piedade, abandonada, começa a beber. Piedade, em tristeza, relaciona-se com Pombinha, retomando aí o lesbianismo.
Crítica da obra:
O romance narra, em sua linguagem vigorosa, a vida miserável dos moradores de duas habitações coletivas. Trata-se de uma obra realista-naturalista cujo personagem principal é o próprio cortiço. Retrata seus moradores com as suas dores, os preconceitos sociais, a luta das classes, a exploração dos mais fracos. Aluísio de Azevedo foi impiedoso crítico da sociedade brasileira e de suas instituições. O livro é muito bom, muito proveitoso, mas um tanto complicado. Podemos tirar uma grande lição desta obra. Recomendo esse livro para pessoas que gostam muito de ler. Por ser um romance de literatura brasileira, podemos enriquecer muito o nosso vocabulário com esse livro. Aluisio Azevedo deixa explicita a animalização do ser humano, movido pelo instinto e pelo desejo sexual e fala muito sobre o proletariado, evidenciando a desigualdade social vivenciada pelo Brasil, juntamente com a ambição do capitalismo selvagem.
Um mostro no espelho - Alan P. Rice, por Évilyn Piva Lobo.
O perigo mora nas ruas, por Cassiano Zottis
Trabalho de Português
Ficha de leitura para o trimestre
Editora FTD Série Espelhos
O PERIGO MORA NAS RUAS
Rogério Andrade Barbosa
Dizem que no final do século XVIII viveu no Rio de Janeiro uma feiticeira doente que, na tentativa de aliviar seus males, se banhava em sangue de animais. A temida Bárbara dos Prazeres virou lenda. E, como toda lenda, sofreu distorções do imaginário popular.
Um século depois, Leonora, uma jovem mulher que dizia ter nascido em 1800, escolheu a cidade do Rio para viver, não contente com a própria imortalidade, desejava a eterna juventude. Sem escrúpulos sustentava sua vaidade com o sacrifício de vidas humanas. Além da miséria, do abandono e dos assassinos profissionais, os meninos de rua tinham de enfrentar um novo perigo: a eterna juventude de Leonora. E pelo que ela acreditava o banho com sangue de meninos negros era milagroso e lhe deixaria jovem para sempre. Seus planos eram sempre executados por seus fiéis seguidores, e protegidos por importantes pessoas da alta sociedade.
O livro O PERIGO MORA NAS RUAS é muito bom e interessante, pois desperta a curiosidade do leitor para saber o desenvolvimento da história e para saber como vai terminar, acreditando que os vilões sempre irão se dar mal. Eu recomendo este livro para quem se interage com a história, se imagina e se envolve com os personagens .
Cassiano Zottis
Turma 82
Nº 08
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
É tarde pra saber, por Vanieli T. de Vargas
Título: É tarde pra saber
Autor: Josué Guimarães
Edição: 1997
Editora: L&PM Editores
Este livro conta a história de dois jovens Mariana e Cássio que se se apaixonaram loucamente, eles são jovens cheios de ilusões e esperanças. Situa-se num momento tumultuado da vida brasileira no final da década de 70. Quando jovens idealistas eram arrancados de suas casas sem seus pais saberem, por motivos políticos eram presos torturados e mortos.
Cássio foi arrancado de sua casa e sumiu, junto de centenas de jovens, Mariana ficou num desespero profundo. Mais tarde seu pai subiu com um jornal, quando ela olhou o jornal viu a lista de mortos entre eles estavam Cássio, a mãe olhou para ela e disse, minha filha é tarde pra saber. Então Mariana desceu as escadas riscou uma cruz com um circulo tremuo. As pessoas ficaram olhando então ela pegou o elevador subiu e disse para sua mãe, deixai para ele o último aviso era o combinado.
Crítica do livro: Eu achei um livro muito interessante, para quem gosta de um livro de romance como eu, deve ler porque vai se emocionar com a história desses dois jovens.
Vanieli T. de Vargas Turma: 82
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Marley e eu, por Gabriela Pavinato Schmidt
Escola Estadual de Ensino Fundamental Emílio Tagliari
Trabalho
De
Português
Nome: Gabriela Pavinato Schmidt
N°: 15
Professora: Fernanda Baruffi
Estação, 26 de outubro de 2009.
Marley & Eu
John Grogan
Editora: Prestígio
Edição: I
Síntese do livro:
O livro Marley & Eu, relata uma história de amizade, entre uma família e um cachorro. John e Jenny haviam acabado de se casar. Eram jovens, apaixonados, e tinham uma vida tranquila. Como ela tinha uma certa dificuldade de engravidar, decidiram comprar um cachorro. Comparam Marley, imaginando que ele seria como sua mãe, uma cadela dócil e amável. Mas o que eles não conheciam, era o pai de Marley, um cão rebelde e perigoso.
Marley rapidamente cresceu, e tornou-se um enorme e gigantesco cão labrador de 44 kg, um cão como nenhum outro.
Ele destruía sofás, comia tudo o que encontrava, babava nas visitas, arrebentava portas, com medo dos trovões, apanhava roupas dos vizinhos... Nem as escolas de adestramento, não aguentaram, a imensa força e rebeldia de Marley, ele foi expulso das aulas.
Jenny teve um filho, aí não teve problemas. Teve o segundo, que era prematuro, imaginando assim que Marley mataria o neném. Porém, tiveram uma grande surpresa, foi Marley quem ajudou na criação do neném prematuro. Fazia ele rir, e passava noites acordado, cuidando o berço. Para a surpresa de todos, Marley era um cão muito bondoso, de um coração muito bom e grande.
Então Marley foi envelhecendo, a sua força foi acabando, já não dava mais para ele, sua vida estava chegando ao fim. Ele não subia mais as escadas, não comia mais tudo o que via, mas ainda estava com um coração puro.
Marley ficou doente, então levaram para o veterinário, e enfim, Marley partiu. Ele se foi, mas as lembranças deixadas por ele, nunca se foram.
Ele ensinou para aquela família que o amor vem acima de tudo, que apesar de ser um cão rebelde, que só trazia problemas, o seu coração não tinha limites para amar. Ele trouxe muita alegria para aquela família, e ensinou muitas coisas também.
Então John escreveu em seu jornal, algo que resumia Marley:
"Cães não precisam de carros luxuosos, casas grandes ou de roupas chiques. Água e alimento já são o suficiente. Um cachorro não liga se você é rico ou pobre. Esperto ou não. Inteligente ou não. Entregue seu coração, e ele dará o dele. De quantas pessoas podemos dizer o mesmo? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas nos fazem sentir... extraordinários"?
Crítica do livro:
O livro Marley & Eu, com certeza, chama muito a atenção de quem o lê. Mostra o que o cão pode fazer em uma família, e o quanto é bom ter um dentro de casa. Eu achei um livro muito bom, de altíssima qualidade. Um escritor bom, que usa palavras declaradas, e frases inteligentes. O livro fez-me rir e chorar muitas vezes. Na verdade, quando não estava rindo, estava chorando. Marley e Eu, me mostrou, que existem pessoas que compartilham o mesmo sentimento que eu, me fazendo perceber que o amor é uma linguagem universal. Um animal reforça os laços familiares e nos coloca diante das verdadeiras importâncias da vida. Um livro ótimo para relaxar a mente, para iniciar o processo de leitura e para aprender a amar os animais. Quando decidir ler, compre, pois vai querer guardá-lo ou emprestá-lo a seus amigos. É mais que sensacional!
Você sabia que pode utilizar o Messenger de qualquer tipo de celular? Saiba mais.
Marley e Eu, por Samanta Delabeta
Escola Estadual de Ensino Fundamental Emílio Tagliari
Samanta Delabeta
Turma 82
Português – ficha de leitura
Marley e Eu,
A vida e o amor ao lado do pior cão do mundo
Autor: John Grogan
Editora: Prestígio
Síntese:
Tudo começa quando John e Jenny se casam. Eles resolvem ter um filho, mas tinham medo de não ter experiência, e para testar isso compraram um cachorro. O casal vai até uma fazenda que vende cães, e escolhem um que está em liquidação, mas que conquistou seus corações logo de cara.
O nome do cão ficou Marley, por que o cantor Bob Marley estava fazendo muito sucesso na época. Eles eram um casal de jornalistas, cada um de um jornal, e com 44 kg, Marley foi expulso de centros de adestramento, causou vergonha aos donos, era traumatizado com chuva, o que dificultou muito o trabalho do casal. Mas, em compensação chegava a apoiar os donos quando eles estavam tristes, defendia- os, e brincava com os filhos, do casal, que nasceram no ocorrer de muitos anos, enfim, era a alegria e ao mesmo tempo o pestinha da casa, sempre desastrado, derrubando tudo por onde passava.
É sem dúvida uma história de amolecer até o mais duro dos corações. Mas nfelizmente nossos bichos de estimação não vivem tantos anos como nós, com Marley não foi diferente. Uma doença leva Marley, e deixa uma lição no coração da família de que nem sempre os mais fáceis e de melhor temperamento são aqueles que amamos mais.
Concerteza, nunca irão encontrar um cão melhor. Marley amou seus donos todos os dias e nunca os deixou. È algo impressionante ,e foi um longo caminho.
Como diz o livro, cães não precisam de carros luxuosos, casas grandes, ou de roupas chiques. Água e alimento já são o suficiente. Um cachorro não liga se você é rico ou pobre. Esperto ou não. Inteligente ou não. Entregue seu coração e ele dará o dele. De quantas pessoas podemos dizer o mesmo? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas nos fazem sentir extraordinários?
Crítica: Eu adoro tanto o livro quanto o filme. O cão é uma confusão completa, as histórias são reais, e assim fazem eu me sentir dentro do livro mesmo. Eu li e recomendo, concerteza até quem não gosta de cães vai se interessar pela história.
Eu tenho o livro desde fevereiro deste ano. Não sabia o que ler, e eu precisava treinar leitura nas férias, então entrei na livraria e me deparei com a figurinha do cachorro na capa. Amor à primeira vista. É um ótimo livro, relaxa a mente e ensina a amar os animais.
Ímpar - Marcelo Carneiro da Cunha, por Évilyn Piva Lobo.
* Ímpar "Marcelo Carneiro da Cunha".
* Editora Projeto - Primeira Edição.
*Síntese:
O livro conta, sobre a história de um garoto chamado José Luiz, mas chamavam ele de Zóli. Num acidente ele perdeu o braço esquerdo, e sua vida mudou completamente, ele se mudou de cidade, e seus pais não tinham mais aquela alegria. Nas consultas ele conheceu uma garota chamada Bibiana, todo dia ela vinha falar com ele. Um dia ele mandou ela embora e disse que não queria conhecer os amigos dela, nem a "galera" por que ele achava que ela era normal, e ele não tinha um braço, quando ela se levantou do banco ele viu que ela tinha um problema na perna. Ele se magou muito. Tentou até achar ela, mas não achou. Quando ele foi sair do hospital, viu ela brincando no parquinho com uma garota de cadeira de rodas, um cego, um surdo. Mas sua mãe já tinha vindo buscá-lo.
Chegou em casa e fez seu exercícios para poder mexer com seu braço eletrônico, deitou na cama e ficou olhando o teto. No outro dia na escola todo mundo ficava olhando para ele, no recreio nem saiu da sala de aula. Quando olhou para o lado, vê a Bibiana vindo em sua direção, e eles tem uma discussão.
No outro dia na clínica se encontram, e ela o convida para conhecer a "galera" e ele diz que sua mãe não iria deixar, mas Bibiana convenceu a mãe dele. Eles foram ao cinema, para pegar o ônibus tiveram que pedir ajuda ao motorista para levantar a cadeira de roda, chegando ao cinema não deixaram eles entram, então Bibiana fez um ação, mais o gerente não queria deixar, quase entrou polícia no meio, mas o segurança ajudou a garota de cadeira de rodas entrar, e foi tudo bem. Depois eles foram comer Mc donald's no parquinho, e Bibiana gritava: "PAR OU ÍMPAR" e todos falavam "ÍMPAR". Zóli não entendia nada. Bibiana explicou pra ela que todos tinham um par de braços, par de pernas, eram todos par.
Com o tempo Zóli foi aceitando. Até conheceu uma supergarota, a Lisa numa festa. Um dia teve um seleção para entrar na equipe de tênis do colégio, fez uns exames para ver se estava tudo bem, ele treinou muito e passou, ficou até o "héroi" do colégio. Seus país ficaram de "namorico" de novo.
*Crítica:
Na minha opinião, eu acho que o livro é muito interessante, mostra que as vezes nem tudo está perdido, e como tem gente que tem muitos problemas e que tem que enfrentar todos os dias, e vivem felizes.
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Crepúsculo - Stephenie Meyer, por Gabriel Vanzo Rodrigues
Título do livro: Crepúsculo
Autora: Stephenie Meyer
Edição: 2ª edição
Editora: Editora Intrínseca (Brasil)
Síntese:
Isabella Swan decide-se mudar da ensolarada cidade de Phoenix, no Arizona, para a chuvosa cidade de Forks,em Washington, para viver com seu pai Charlie. Sua mãe, Renée, sentia-se triste por não poder acompanhar seu novo marido, Phil, aos jogos de basebol, então Bella decide mudar-se para dar mais espaço ao casal.
Forks é uma cidade pacata, onde todos se conhecem e, então, a chegada de Bella despertou curiosidade nos moradores de lá, e sua chegada era bastante aguardada. Na escola, Bella logo conhece vários colegas e torna-se amiga de Mike, Jessica, Angela, Eric e Tyler.
Sem demorar muito, Bella descobre como seria monótona e entediante a sua vida em Forks, caso Edward Cullen, um lindo e misterioso rapaz que senta ao seu lado na aula de Biologia, não lhe despertasse tanta curiosidade e servisse de escape para sua rotina diária. Nos primeiros dias que ela o vê, Edward aparenta sentir repulsa por ela, chegando a tentar mudar seus horários para evitá-la.
Entretanto, quando a van fora de controle de Tyler está prestes a atropelar Bella no estacionamento, Edward salva-a do perigo sobrenaturalmente, como é percebido pela jovem que assinala que ele estava muito distante de si para poder puxá-la da trajetória do veículo e que, a mossa deixada no automóvel após o embate, era em tudo semelhante à estrutura dos ombros do rapaz.
Edward recusa-se, todavia, a falar sobre o assunto. Bella evita falar com ele durante algum tempo, mas no dia em que ela vai com as suas amigas até Port Angeles, mete-se, de novo, em apuros, de modo que Edward salva-a novamente. A partir deste instante, a cada passagem do livro, ambos acabam por se tornar cada vez mais próximos.
Ela acaba descobrindo por seu amigo Jacob Black, da tribo Quileute, que Edward e a sua família (os Cullen) são vampiros vegetarianos, ou seja, que não se alimentam de sangue humano.
Apesar da natureza da família Cullen, Bella e Edward apaixonam-se e conseguem manter-se juntos durante algum tempo. A sua relação aparentemente perfeita só é, no entanto, lançada ao desespero quando James (um vampiro rastreador) pousa os seus olhos em Bella.
Após ter fugido do seu acossador, a jovem vê-se obrigada a reencontrá-lo, sob a suspeita deste ter sequestrado a sua mãe. Bella dirige-se a um antigo estúdio de balé no qual dançava quando era pequena, e onde James pretende sugá-la até à morte. Edward, junto com os outros membros da família Cullen, consegue, porém resgatá-la, antes que James consiga pôr termo à sua vida.
Crítica do livro:
Na minha opinião, a paixão cega de Bella pelo estranho Edward, a relação de risco dos dois e a "luta interna de Edward" deixam esse livro muito interessante. Ele trata sobre magia, vampirismo e sobre a adolescencia. Eu recomendo esse livro para todas as pessoas que procuram entrar em uma história diferente da que estamos acostumados a acompanhar. Para mim, o livro foi muito bem detalhado na medida do possível, já que é uma narrativa da personagem principal e levando em conta que ela não participou de vários acontecimentos retratados na adaptação cinematográfica de Twilight (nome original). Esse livro fas parte de uma saga, contudo muitos lugares e personagens que não são muito bem descritos nele foram descritos na sequencia dos outros três livros.
domingo, 25 de outubro de 2009
Apaixonada, por Sabrina Flores
Ficha de leitura
Nome: Sabrina P. Flores Nº: 30 Turma: 82
Título: Apaixonada
Autor: Dixie Browning
Edição: Romances para Amar
Editora: Livros Abril
Síntese: Cameron era homem sedutor e irresistível. Proprietário da ilha onde Kate havia alugado uma casa para montar seu estúdio de pintura. Em pouco tempo, ele tomou conta de todos os seus pensamentos, encantando-a com beijos cada vez mais intensos e carícias cada vez mais ousadas. Mas esse homem que fazia seu coração bater mais forte, que a tirava do sério a todo instante, era também na verdade, o mais conquistador de todos os que ela havia conhecido antes. E Kate se desprezava por deixá-lo tomar conta dela tão rapidamente, e por saber que não significava para ele, mais do que qualquer outra mulher.
Crítica do livro: A leitura que fiz desse livro, foi muito interessante mesmo, o livro é ótimo, e me fazia cada vez querer lê-lo mais, é uma história intensa e muito romântica. Recomendo que as pessoas que tiverem a possibilidade desfrutem dessa prazerosa e maravilhosa história de amor.
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terça-feira, 20 de outubro de 2009
O primeiro Beijo, por Aline Londero
Título: O primeiro Beijo
Autor: Márcia kupstas
Síntese do livro: O livro fala sobre um menino chamado Alex que estudava, tinha uma colega chamada Bete, que deu uma agenda com varias perguntas, e como a maioria das agendas tinha a pergunta "você já beijou alguém", como todos Alex mentiu disse que sim.
Alex acabou brigando, na escola que estava há dois meses, acabou sendo expulso por algum tempo. Seus pais ficaram surpresos, porque Alex nunca tinha tomado essa atitude.
Bete como uma boa amiga, foi na casa de Alex, emprestar os cadernos, para ele copiar a matéria. Mas como Alex não suportava Bete, em poucos minutos esses já brigaram, e nessa briga eles chegaram tão perto que Alex, achou o jeito mais fácil de fazer Bete ficar quieta, que o beijo.
O beijo foi rápido, mas Alex adorou, Bete foi embora correndo, o pai de Alex chegou em casa e disse para ele que já poderia voltar a escola, Alex nem percebeu a pergunta. Porque nada para ele importava só importava uma menina chamada Bete.
Crítica do livro:
Eu recomendo o livro "O primeiro beijo" para adolescentes, que tenham vergonha de dizer que nunca beijaram ninguém. Eu gostei do livro, pois, a autora disse tudo o que um jovem pensa sobre o assunto, tudo o que ele sente.
de: Aline Londero
Nº:03
turma: 82
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Releituras das 8ªs séries
2. Alan
3. Alexandre J. L.
4. Luciano
6. Francesca
7. Talisson
8. Cidiane
9. Kaioane
10. Jorge
11. Nicole
12. Maicon Z.
13. Mateus V.
14. Sabrina
15. Willian
16. Alisson
17. Ramon
18. Lucas H.O copo de água
O COPO DE ÁGUA Um conferencista falava sobre gerenciamento da tensão. Levantou um copo com água e perguntou à platéia: - Quanto você...
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Nome do Livro : Insônia - Marcelo Carneiro da Cunha 6ª edição editora Projeto 2008 Esse livro conta a história de uam garota chamada Cláudia...
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Samanta Delabeta T: 82 - Nº 31 Ficha de leitura – Professora Fernanda " Um cadáver ouve rádio " é um livro do escritor Marcos Rey ...
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sintese do livro: o livro começa com a historia de uma menina chamada Laura que estava escutando a conversa de seus pais e seus tios que est...















































